terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Quimera desejada

Eis o amor uma jóia rara


Algo quase unicelular


Eis o poeta que um dia desejara


Entrar no amor e pro infinito se espalhar




Eis tu quimera desejada dessa alma pecadora


Eis tu como estrela no luar viajora


Que muitos sonhadores caminham sem ter chegada.




Digas-me desejada quimera inabalável


A estrada, o segredo de seu esconderijo;


Qual o sacrifício ou estrela incomparável


Pra ter você o que realmente é preciso?




É ter uma espada estridente imperecível


É preciso um sortilégio, amuleto, talismã...


Digas-me para o teu mérito o que é imprescindível?


Será ter o raio da aurora mais sã?




Eis quimera chamada de amor!


Eis seu sobrenome lhe dado universal e eterno:


Eis sua morada o infinito multicor...


Eis sua semelhança com tudo que é materno!


[Lidy Alves]